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4.5.08

bater no fundo

As consequências sociais actuais são confrangedoras pela falta de lucidez política dos actuais governantes do país e na falta de decisões políticas adequadas à verdadeira realidade do país.

A expansão da tuberculose-verdadeira chaga da pobreza, o crescente número de assaltos a bancos, o aumento do desemprego, as costas voltadas à realidade do país vizinho, a pobreza envergonhada, o esquecimento de emagrecimento da despesa do estado, a falta de hombridade em tomar decisões visionárias e estratégicas para o país, a manifestação de
show off sobre obras projectadas há mais de 50 anos como se de actuais fossem, o sucessivo engano das pessoas na ilusão da entrega de computadores portáteis que não funcionam, os ataques sucessivos a classes profissionais e a populações, as tomadas de atitude pidescas do fisco sobre as pessoas, a mentira política, cujo auge foi a ausência de consulta popular sobre o novo tratado da união europeia, são sinais manifestos da falência do sistema.

Porque será então que as pessoas, portuguesas e portugueses, estão de costas voltadas com o sistema político e os políticos?

Nas eleições de 2009 encontrarão as verdadeiras razões do descalabro!

18.4.08

país em brechas

Quem ainda não se deu conta do estado do pais e apenas pensa atrás da caixinha dos idiotas que é a televisão e a sua propaganda mais populucha do governo, certamente não se dará conta do estado do país, trinchado a sul, no Alentejo e abaixo do Alqueva, pelos inúmeros proprietários rurais espanhóis que aproveitaram o subsídio do governo para investir e ficar com as quotas de produção portuguesas; o Algarve está pejado de ingleses que nos invadem e submetem às suas diatribes de fantochada e bordéis cervejeiros, tomando as rédeas do seu territórios e enchendo autocarros e praias dos seus concidadãos mais anafados.

As outras realidades, nem seuqer aqui abordo e sem ser xenófobo, que país é este que perde a sua identidade a troco de nada e resta-lhe coisa nenhuma para mostrar no futuro.

Identidade? Que identidade é esta sem território?

Quando outros guerreiam por um pedaço de território, aqui andam as almas lusas entretidas a vender e dar o que é seu. Identidade é visão, implantação e habitat de um povo, que nele trabalha, actua e cria as suas ferramentas e utensílios de sobrevivência.

Os políticos que se cuidem que isto está a pedir outra ordem, a do povo português genuíno, dos filhos de Viriato.

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