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4.5.08

bater no fundo

As consequências sociais actuais são confrangedoras pela falta de lucidez política dos actuais governantes do país e na falta de decisões políticas adequadas à verdadeira realidade do país.

A expansão da tuberculose-verdadeira chaga da pobreza, o crescente número de assaltos a bancos, o aumento do desemprego, as costas voltadas à realidade do país vizinho, a pobreza envergonhada, o esquecimento de emagrecimento da despesa do estado, a falta de hombridade em tomar decisões visionárias e estratégicas para o país, a manifestação de
show off sobre obras projectadas há mais de 50 anos como se de actuais fossem, o sucessivo engano das pessoas na ilusão da entrega de computadores portáteis que não funcionam, os ataques sucessivos a classes profissionais e a populações, as tomadas de atitude pidescas do fisco sobre as pessoas, a mentira política, cujo auge foi a ausência de consulta popular sobre o novo tratado da união europeia, são sinais manifestos da falência do sistema.

Porque será então que as pessoas, portuguesas e portugueses, estão de costas voltadas com o sistema político e os políticos?

Nas eleições de 2009 encontrarão as verdadeiras razões do descalabro!

6.3.08

Citius

A pompa e circunstância com que foi lançada a aplicação Citius para as injunções de dívidas, faz arrepios ao mais simples dos cidadãos e dos gestores das empresas.

Citius quer dizer precisamente "mais célere". Ora conhecendo os tribunais por dentro, logo percebemos de quanta comunicação, show off e vida de aparências nós vivemos, em particular neste Governo de Portugal.

Ficarão certamente as máquinas a gerir este país, uma vez que as pessoas são cada vez mais humilhadas e com menos vontade de dar o seu contributo para a melhoria da sociedade.

Se se pensar nos milhares de processos em resmas de papel em cima das secretárias e em que os computadores são de umas gerações atrás, então temos tudo dito, porque o investimento nesta matéria não está por aí a aparcer.

O simples facto de sabermos que o estado é o maior empena e empata da sociedade portuguesa no que respeita à economia, em função das suas dívidas às empresas, logo pensamos que ou o sistema vai ficar entupido à primeira com as queixas contra o Estado, que não é pessoa de bem nesta matéria, ou que o próprio sistema já estará quitado para não aceitar este tipo de dívidas.


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