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16.7.08

Centro de Yoga de Albufeira

O Centro de Yôga de Albufeira, um dos Centros de Yôga mais credenciados do Algarve, reinicia a sua actividade com outros professores e com outro dinamismo.

Para além das conhecidas sessões da disciplina de yoga cada vez com mais alunas e alunos, reconhecendo o mérito e o benefício para a saúde das pessoas, o efeito do yôga para crianças é já uma realidade reconhecida na melhoria do seu comportamento e atitude para com os outros e o seu relacionamento com o mundo; acresce o yôga para séniores, o
yôga do riso numa sessão extraordinária a acontecer no Algarve, em Albufeira, nos próximos dia 26 e 27 deste mês e cujas inscrições são possíveis pela internet ou através do contacto com Mafalda Rodrigues.

Aberto à participação de todos sem excepção no
workshop para uma aproximação e iniciação ao Yôga do Riso e dos Clubes do Riso, já o curso de formação de Líder de Yôga do Riso será para as pessoas que queiram encarar esta técnica no seu ambiente profissional, nas áreas de saúde e bem estar, animação, recursos humanos, entre outras.

A dinamização do Centro de Yoga de Albufeira vai alargar para outras actyividades relacionadas com saúde e bem estar, para além de outras disciplinas de reflexão e meditação filosófica.

8.7.08

ética à portuguesa

As ruas da amargura por que passam as instituições nacionais parecem justificar tudo e mais alguma coisa, designadamente da ética profissional e das confusões ético-profissionais desta ética à portuguesa, que pulula ainda entre os quadros dos funcionários do estado acima da lei e da ordem, acima da lei num do estado de direito, que na realidade é tudo menos um estado democrático.

O caso não é para menos e os responsáveis fecham os olhos: estamos a falar da promiscuidade e da devassa dos bens do estado, bem como das ameaças claras a pessoas e entidades particulares, associações ou empresas.

O rol de perguntas não se faz esperar, perante a gritante ineficácia das autoridades responsáveis e dos directores do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, que tem passado por ali, até ao actual:

Como é possível que um guarda do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, na zona de Aljezur, o seja à vez e em simultâneo, gerente, guia e sabe-se lá mais o quê de uma empresa de passeios pedestres na mesma área territorial e que supostamente devia defender o bem público, quando toda a gente sabe que não o faz?

Que ética e responsabilidade é esta?

Que direito tem o senhor guarda de ameaçar outros e que autoridade do estado representa: a sua ou do estado de direito?

Que direito tem o dito senhor, o xerife ambiental de Aljezur, de ameaçar, vociferar, impôr até a sua empresa como a credenciada para os passeios pedestres na área do Parque Natural da Costa Vicentina?

Que representa a farda de guarda do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina para o senhor xerife?

Que tem a dizer o ICN sobre esta situação, já que foi uma das entidades responsáveis, a par da tutela dos guardas (Ministério da Agricultura?), no meio desta confusão de reformas da sem reforma administração pública portuguesa?

Que herói do ambiente é este senhor guarda, ao vestir em simultâneo, armado e tudo, a pele de guarda do Parque Natural e de gerente da empresa local de passeios pedestres?

A sua actuação é diferente só porque a empresa está em nome da sua mulher?

As autoridades competentes andam a fazer de cegos ou querem vazar os olhos e dizer que aqui não há conflito de interesses?

Quando nada se vê concretizado por parte da fiscalização e policiamento ambiental no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina por falta de verbas e por falhas desta ética à portuguesa, nada mais há a dizer sobre as empresas nacionais e estrangeiras não licenciadas, que pululam em actividades durante todo o ano por essa costa fora, pelo lixo que superabunda nos parques de estacionamento, pela desordem e pela invasão abusiva de auto-caravanas, acampamentos selvagens, surfistas aos magotes, entre outras inúmeras situações sem qualquer controlo ou acompanhamento.

Os poderes destes pequenos poderosos locais, os caciquismos das ordens desordenadas, do salve-se quem puder e de quem vier que faça melhor, neste país de ingovernáveis lusitanos: sem palavras esta ética à portuguesa, a tirar do sério qualquer um e a fazer estourar os miolos de qualquer estrangeiro aqui neste Allgarve de sol e mar.

Vem aí a semana dos Parques Naturais, em Olhão e pode ser que seja ali que se vislumbre para além da cegueira e do argueiro nos olhos da República.

A justiça tarda, mas a cegueira não significa que não vê, apenas que o peso é colocado à direita e à esquerda nos pratos da balança.

11.6.08

Portimão desmarca

Com um excelente tiro nos pés e de cortar as pernas ao mais pequeno que o acompanhasse na ocasião, o Sr. Manuel da Luz desmarcou Portimão de uma assinatura que vinha dando os seus frutos(?).

Eis senão quando, numa entrevista dada ao Jornal de Portimão, se afasta da política que vinha sendo seguida de incremento e incentivo aos eventos estruturantes, plataforma escolhida para o marketing da cidade de Portimão, defende com pompa e circunstância que "os grupos empresariais instalados em Portimão têm de começar a puxar da carteira para ajudar a pagar os grandes eventos", sic!

A questão assume mais relevo quando se imiscui a política com certos sectores do meio empresarial e mais ainda, quando nos perguntamos porque há-de ser apenas a empresa municipal Expo Arade a ser a beneficiária de todo esse jogo de interesses.

Aqui começam a surgir as questões difíceis de responder, das quais apenas relevo duas ou três:

1. Os empresários instalados em Portimão também vão ser sócios da ExpoArade?

2. Os empresários instalados em Portimão também vão ser ouvidos quanto à estratégia da ExpoArade e da Câmara Municipal?

3. Os empresários e grupos empresariais instalados em Portimão também vão participar nos lucros da ExpoArade?

4. Qual o investimento público envolvido, em que eventos e qual o retorno?

5. Afinal, qual a estratégia e marketing público que se pretende para a cidade e concelho?

6. Estruturalmente, quais os reais benefícios dessa política de investimento público para a evolução estrutural
e integrada, o desenvolvimento da população que aqui vive?

Quando as dificuldades estão à vista a nível nacional e local, quando os senhores políticos locais são insensíveis aos problemas das populações, grassando a fome e a miséria, a insanidade publica e os problemas de trânsito e dos acessos, ver os aviões a passar no ar só serve mesmo para os parolos assobiarem, não?

9.4.08

Silves - Ruralidades 2008

Silves Rural Activities Fair – 2008


Will be familiarising people with the huge potential of the rural part of this region in the Algarve.

Companies of nature and outdoor activities to be well represented, we2win will be one of them on the stand 25, against oblivion promoting investment in the advertising by the Tourism Algarve agency in these areas of Active Tourism core business.

7.3.08

Allgarve para todos

Já a mudança de estratégia comunicacional ainda estava a repousar no espírito dos portugueses quanto à mudança da marca cimentada ao longo de anos nos mercados anglo-saxónicos, Algarve era já conhecido, Allgarve só por assimilação ao anterior, eis que agora surge a notícia de convite a 10 empresas da comunicação para apresentarem as suas propostas de comunicação para o Allgarve.

Se já não se entendia porque é que se gastaram milhares de euros inutilmente na criação da marca Allgarve pela MyBrand, uma vez que em nosso entender a mais valia é nula, agora a falta de critérios para se poder seleccionar apenas 3, no máximo 5 agências e em face dos melhores trabalhos, seleccionar apenas 1, vai mesmo cair no reino da confusão.

Só mesmo as maiores agências terão capacidade para alimentar este fait divers de alguns gestores de comunicação de organismos púublicos, que nada tem para fazer e tem que justificar os seus ganhos em andar em reuniões de apresentação e em explicações.

Só os tubarões da comunicação e publicidade terão capacidade para alimentar esta máquina devoradora do tempo e de recursos para se chegar não se sabe onde, em concurso sobre concurso, de 10 para 5 de 5 para 3 e de 3 para o vencedor (antecipado?) por qualquer conhecimento ou oferta mais choruda.

Caso fôssemos mais simples, pensaríamos efectivamente em olhar para o que é feito em comunicação actual (a visitalgarve não tem uma comunicação voltada para o turismo natureza e para o interior algarvio e sem praias comidas pelo mar, o que farão do sol e mar?), pensando no que queremos para os próximos anos para estruturar melhor os nossos recursos e base de oferta para uma estratégia de comunicação mais eficaz!?!

Se quiserem números, eles estão à vista nos dados dos organismos internacionais e em comparação com a nossa vizinha Espanha, nem na proporção do país vizinho nos encontramos, quanto mais no branding, já que andamos a saltitar daqui para ali, qual passarito nas braças das amendoeiras em flôr, quando neva no Algarve ou snowing in Allgarve, como queiram...all frize para vocês também.

15.11.07

turismo populucho

Esta é a verdadeira razão porque os turistas gostam de nós: podem fazer o que lhes apetece, podem acampar onde querem e quando querem, podem fazer um arraial e as necessidades em cima dos bens e propriedades alheias que ninguém os chateia.

A aproveitar estes belos dias de verão de S.Martinho, eis que a turbe turística do pé descalço leu na internet, que em Portugal se podia fazer o que bem entendesse e onde se quisesse.

Se melhor o entendeu, melhor o fez e fez-se à estrada, para vir parar ao Algarve, numa praia deserta e bem apessoada...com umas ruínas romanas ali bem ao pé mas sem qualquer interesse cultural de memória entre os locais e as autoridades, que valha um projecto de reecuperação e criação de um ponto de interesse cultural e turístico.

Imaginam que aqui vai aparecer uma marina? Pois eles também não sabem e bem aproveitam o que o sol e praia lhes oferece, nesta oferta especial do Governo Português ao turista estrangeiro, entre umas quantas opções estratégicas dos incentivos do QREN.

Vai daí, ainda alhguns vão ser contemplados com uma bela maquia para comprar um assador de sardinhas inox, pois a ASAE proibiu os de ferro e barro!

9.11.07

Algarve - Rede natura 2000

Estando o Algarve sob a imposição da ampla reserva de áreas húmidas e aquáticas da rede Natura 2000 que a Europa simpaticamente impôs a Portugal, acaso ganhamos alguma coisa com isto Sr. Sócrates? Quantos euros entram em Portugal à conta das áreas de resreva da Rede Natura 2000 que o norte da Europa nos impôs para nos virem cá visitar, uma vez que tiveram a capacidade de destruir os habitats deles e aniquilar durante anos sucessivos com indústria e poluição?

A ditadura democrática ecológica de nada lhe vale agora, pois não, Sr. Sócrates? Quanto ganham as populações locais com a Rede Natura 2000?

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