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2.9.08

terminator

As recentes afirmações do Sr. Sócrates vieram colocar a nú todo o potencial de bandalheira e terror em que estamos imersos em Portugal.

Mais do que falar, importa agir e foi o que fizemos, afirmou o Sr. Sócrates, após a reunião do meeting europeu de chefes de governo da União Europeia para tratar da Rússia e a Geórgia.

Mas lá como cá, percebe-se que a acção tem rédea curta e que o Ministro da Administração Interna continua no poder na cátedra da sua nulidade após a vaga de banditismo que assola o país, os bandidos já perceberam que não há polícias para tanta bandidagem, as forças de segurança mostraram que ainda saíam à rua de vez em quando,
sem prémio de seguro de vida e de preferência de dia para apanhar os incautos cidadãos, os cidadãos portugueses e estrangeiros temem pela sua segurança e pela sua vida quando não apanham uma bala na cabeça, as caixas de multibanco continuam a voar dos seus locais sem apelo nem agravo, as armas estão em mãos erradas e os bandidos tem-nas melhores que as das polícias e, mais grave, percebe-se que o lamaçal de corrupção, banditismo e morte fácil está na ordem do dia e na rua.

Isto é Portugal em 2008 e não há qualquer Robocop, terminator, governator, batman, homem aranha ou herói de banda desenhada na forja para fazer parar esta onda que atemoriza os portugueses.

Por este andar, voltamos a ver as milícias, os linchamentos populares e os vingadores a dar o seu contributo territorial para aumentar o sentimento de segurança das populações.

Qual foi o filme que não viu, Sr. Sócrates?

16.5.08

José Sócrates - grande timoneiro

O desplante e a manipulação, o desaforo e a mesquinhez, a falta de ética e o síndrome de perseguição do grande timoneiro José Sócrates são de tal forma incomensuráveis com a sua falta de carácter que já não há quem aguente isto!

Pudera a questão tratar-se de um desaforo político ou de um aproveitamento dos seus adversários mas é muito mais que isso: o senhor José Sócrates usa toda a sua verborreia argumentária e panfletária para justificar um acto que dependeu só de si e do seu livre arbítrio: fumar dentro de um avião.

Para além das multas a pagar, invariavelmente a cair sobre o contribuinte português, uma vez que o Sr, Sócrates ia ao serviço do país, a ironia é grande pois o Grande Timoneiro foi encontrar-se com o seu congénere, o Grande Líder da Venezuela, recente interlocutor desafortunado de uma recente cimeira Ibero-Americana e pessoa influente junto das FARC, sabe-se lá por que razão.

Acaso o tuga fizesse o mesmo, seria despejado numa qualquer ilha deserta do Atlântico ou na melhor das hipóteses, ficaria na ilha de Fernando de Noronha e aguardaria extradição para Portugal.

Justificar a sua atitude de orgulho, a atitude de ditadorzinho e de líder acima da lei, já nos parece que será mais um daqueles que personaliza a falta de autoridade que grassa por esse país fora e nos quais alguma juventude se revê, uma carinha larocas d' enfant terrible, contra tudo e contra todos, mesmo em espaço aéreo num aparelho da TAP, mas ATENÇÃO, fretado!.

Quem quiser fumar nos aviões, a partir de agora, tem de os fretar, fazer esse frete! Porque é que os alunos não andarão a pegar de cernelha com os professores por causa de telemóvel na sala? É proibido? E depois? Isso é uma cabala contra o Grande Líder, Sr. José Sócrates!

Todos os portugueses o quererão seguir?? Não! Há gente lúcida neste Portugal dos pequeninos, que resiste ferozmente à diarreia mental para que nos quer absorver, imergir, deliberada e irracionalmente.

Há que dizer basta a esta cáfila que nos anda a (des)governar e apenas a se governar!

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