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2.11.08

semáforos avariados


Foi lindo de morrer de tédio para passar uma boa parte do dia de Domingo, dia 2 de Novembro, na inauguração do Autódromo de Portimão.

Gastos 200 milhões de euros naquela infraestrutura e carece ainda de uma aprendizagem de gestores de tráfego em condições de um evento e de um empreendimento desta natureza.

Duas horas e meia gastas para aceder ao Autódromo de Portimão mostra bem o que é a grandeza do Portugal dos Pequeninos. Estamos a falar do principal acesso, com duas faixas de rodagem num sentido e de uma em sentido contrário, razão pela qual circulavam ali motas e veículos oficiais.

Na gestão de um evento desta natureza, carece de senso qualquer aproximação à realidade de um acidente de vulto ou da gestão de risco de uma reacção em cadeia por onde não há escapatórias possíveis.

Como cidadão de Portimão, gostaria de saber qual o montante gasto nesta obra pela parte da autarquia de Portimão e de Lagos, bem como os apoios do Instituto de Turismo de Portugal - Governo Português e qual o seu envolvimento com a empresa Parkalgar, bem como perceber num pensar minimamente inteligente, porque é que dos 200 milhões investidos ficaram por melhorar os acessos secundários para Lagos e por Alcalar.

Inaugurações à pressa, em tempos de crise financeira(será?) e para inglês ver é do que melhor sabemos fazer, sobretudo na qualidade de condições que oferecemos ao pagante.

Memorável e a não perder para a fórmula 1: de arrasar!

16.5.08

José Sócrates - grande timoneiro

O desplante e a manipulação, o desaforo e a mesquinhez, a falta de ética e o síndrome de perseguição do grande timoneiro José Sócrates são de tal forma incomensuráveis com a sua falta de carácter que já não há quem aguente isto!

Pudera a questão tratar-se de um desaforo político ou de um aproveitamento dos seus adversários mas é muito mais que isso: o senhor José Sócrates usa toda a sua verborreia argumentária e panfletária para justificar um acto que dependeu só de si e do seu livre arbítrio: fumar dentro de um avião.

Para além das multas a pagar, invariavelmente a cair sobre o contribuinte português, uma vez que o Sr, Sócrates ia ao serviço do país, a ironia é grande pois o Grande Timoneiro foi encontrar-se com o seu congénere, o Grande Líder da Venezuela, recente interlocutor desafortunado de uma recente cimeira Ibero-Americana e pessoa influente junto das FARC, sabe-se lá por que razão.

Acaso o tuga fizesse o mesmo, seria despejado numa qualquer ilha deserta do Atlântico ou na melhor das hipóteses, ficaria na ilha de Fernando de Noronha e aguardaria extradição para Portugal.

Justificar a sua atitude de orgulho, a atitude de ditadorzinho e de líder acima da lei, já nos parece que será mais um daqueles que personaliza a falta de autoridade que grassa por esse país fora e nos quais alguma juventude se revê, uma carinha larocas d' enfant terrible, contra tudo e contra todos, mesmo em espaço aéreo num aparelho da TAP, mas ATENÇÃO, fretado!.

Quem quiser fumar nos aviões, a partir de agora, tem de os fretar, fazer esse frete! Porque é que os alunos não andarão a pegar de cernelha com os professores por causa de telemóvel na sala? É proibido? E depois? Isso é uma cabala contra o Grande Líder, Sr. José Sócrates!

Todos os portugueses o quererão seguir?? Não! Há gente lúcida neste Portugal dos pequeninos, que resiste ferozmente à diarreia mental para que nos quer absorver, imergir, deliberada e irracionalmente.

Há que dizer basta a esta cáfila que nos anda a (des)governar e apenas a se governar!

23.4.08

metam 1% onde quiserem

A questão é tão simples quanto esta simples contestação sr. Sócrates: para que serve agora o mágico número de 1% num IVA ou num IRC ou em qualquer coisa que essa sua cabecinha pense, senão para mangar com o tuga que anda a penar para pagar as suas contas no final do mês?

O sr. Sócrates deve andar a mangar com o povinho e com o 1% de baixa de IVA prometido, quando ele devia estar, no mínimo, ao nível do da vizinha Espanha, pois é com ela que vamos ao lado e não de costas.

Pode ser que em 2009 perca por 1% e nas próximas eleições lamente o sucedido, já que nunca ninguém perde em política: lembra-se do seu chefe refugiado Guterres e o que aconteceu nas eleições seguintes?

Então, aguente-se!

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